Segurança, carregamento, manutenção, garantia e vida útil: as dúvidas que mais chegam à nossa engenharia, respondidas sem rodeio. Não achou a sua? Fale com a gente.
As baterias FullEnergy usam células LiFePO4 (fosfato de ferro-lítio), a química de lítio reconhecida pela alta estabilidade térmica e química. É justamente por isso que ela é escolhida para aplicação industrial, e não as químicas usadas em eletrônicos portáteis. Somado a isso, todas as baterias têm BMS com proteção contra sobrecarga, curto-circuito, temperatura e descarga profunda. Usadas conforme as recomendações de operação, oferecem elevado nível de segurança e confiabilidade.
Não. Carregador de chumbo-ácido trabalha com parâmetros diferentes e danifica a bateria de lítio. O carregador específico vai junto com a bateria, dentro do kit. O carregamento em si é simples: conecta na tomada e na bateria, e o resto é gerenciado automaticamente pelo carregador e pelo BMS. Nas aplicações usuais o carregador é 110V ou 220V; em aplicações industriais podem ser usados carregadores de 380V ou 440V, conforme a infraestrutura elétrica disponível.
Depende do equipamento e do perfil de uso: quantas horas por dia, com que carga, em que terreno. Por isso a FullEnergy dimensiona a bateria a partir da aplicação real, e não vende um número de catálogo. Mande o modelo do equipamento e como ele é usado que a engenharia calcula o dimensionamento.
Não há manutenção periódica. Não é preciso repor água, fazer equalização, limpar terminais nem parar o equipamento com frequência para manutenção. O BMS faz o gerenciamento automático e preserva a vida útil do sistema. É uma das diferenças que mais pesam no custo ao longo do tempo.
O sistema tem proteção automática contra descarga profunda: o BMS interrompe a operação antes de atingir níveis prejudiciais, protegendo as células. Diferente do chumbo, em que uma descarga profunda tira vida útil de forma permanente e silenciosa.
Sim. O monitoramento é por aplicativo, com acesso em tempo real ao nível de carga (SOC), tensão total e por célula, corrente de carga e descarga, temperatura e status do sistema. É o mesmo dado que a nossa engenharia usa no diagnóstico remoto, e ajuda diretamente na manutenção preventiva.
BMS (Battery Management System) é o sistema eletrônico que monitora e protege a bateria continuamente. Ele controla tensão das células, corrente, temperatura, balanceamento entre células e as proteções elétricas do sistema. Também permite comunicação com aplicativos, indicadores e sistemas externos por CAN ou RS485, quando aplicável.
Porque a tensão se mantém estável durante praticamente todo o ciclo de descarga, enquanto a bateria de chumbo-ácido sofre queda progressiva. Na prática isso significa força constante do começo ao fim do turno, desempenho uniforme, maior eficiência energética e menor aquecimento do sistema. O equipamento não “amolece” no fim do dia.
A garantia é de 3 anos ou 500 ciclos de uso, prevalecendo o que ocorrer primeiro, conforme o termo de garantia. Atenção a essa distinção: 3 anos ou 500 ciclos é a cobertura da garantia; a vida útil projetada da bateria é muito maior: 4.000 ciclos a 80% de profundidade de descarga. São coisas diferentes e preferimos dizer as duas com clareza. Dentro da garantia, a bateria deve manter no mínimo 80% da capacidade original, e defeitos de fabricação são reparados ou substituídos mediante análise técnica. O suporte é da nossa equipe técnica, no Brasil, durante toda a vida útil da bateria, e não só durante a garantia.
Para períodos acima de 5 dias sem uso, desligue a bateria pelo botão On/Off, evitando o consumo residual do sistema eletrônico. Para armazenamento acima de 3 meses: mantenha a carga entre 50% e 80%, deixe o botão On/Off desligado e guarde em local seco, ventilado e protegido de temperaturas extremas. Nessas condições a bateria pode ficar armazenada por até 12 meses, com verificação periódica do nível de carga. Antes de voltar a operar, faça uma carga completa.
A vida útil está ligada à profundidade de descarga e às condições de uso. Nas baterias FullEnergy: descargas de até 100% da capacidade, 2.000 ciclos; uso limitado a 80% da capacidade, 4.000 ciclos. Além dos ciclos, a vida útil estimada é de até 10 anos em condições normais de operação, com carregamento adequado e armazenamento correto. Em aplicações de uso leve, como condomínios, onde o veículo roda pouco, a vida útil frequentemente supera essa estimativa.
Na maioria dos casos sim: as baterias FullEnergy são instaladas diretamente em equipamentos projetados para chumbo-ácido, sem alteração estrutural. Na troca é preciso inspecionar os terminais de potência existentes e substituir terminais ou cabos em caso de zinabre ou oxidação excessiva; limpar o compartimento e remover resíduos de ácido do sistema anterior. Normalmente não é necessário alterar a configuração do controlador, e pode ser usado carregador embarcado (onboard) ou externo (offboard).
É um indicador eletrônico para o operador acompanhar o sistema durante a operação, direto no painel. Mostra em tempo real o nível de carga (SOC), a tensão do sistema, a corrente de carga e descarga e o status geral de funcionamento. Tem ainda LED que sinaliza quando o equipamento está conectado ao carregador.
Ao final do primeiro ciclo de vida, a bateria normalmente mantém de 70% a 80% da capacidade original, dependendo das condições de uso. Ou seja, ainda tem desempenho adequado para aplicações menos exigentes. Na FullEnergy avaliamos tecnicamente cada bateria nesse momento para definir o melhor destino: recondicionamento, com testes e retorno ao mercado como bateria recondicionada; ou reaproveitamento das células em sistemas estacionários, como armazenamento para energia fotovoltaica, onde a exigência operacional é menor. Isso prolonga a vida dos materiais e reduz o descarte prematuro.
“Compensa trocar o chumbo pelo lítio?” tem uma resposta com conta, não com adjetivo. Montamos uma página só para ela, com o custo acumulado dos dois lado a lado.
Trocar chumbo por lítio não é só trocar a bateria: o carregador antigo não serve e o painel precisa ler a carga nova. Sai tudo daqui, testado em conjunto.
Célula LiFePO4 e BMS configurados para a sua máquina. Sai com número de série, teste registrado e garantia de 3 anos ou 500 ciclos, o que ocorrer primeiro, atendida no Brasil.
Carregador específico de lítio, 110V ou 220V, conforme a configuração. O de chumbo-ácido não serve e danifica a bateria. Por isso ele vai junto.
Chave liga/desliga e indicador de carga para o operador enxergar o nível direto no painel da máquina, quando aplicável.
Por Bluetooth: nível de carga, tensão, corrente, temperatura e histórico. O mesmo dado que a nossa engenharia usa no diagnóstico remoto.
A engenharia responde direto, sem passar por formulário de call center. Mande o modelo do equipamento e a dúvida.